Vida e Obra de Gonzagão
O mundo do repentismo, isto é, da improvisação poética ao som de violas, é recheado de modalidades, ao contrário, por assim dizer, do mundo do cordelismo, que é basicamente habitado por sextilhas, setilhas e décimas. Saiba Mais »Vertente e Evolução da Literatura de Cordel
Como na letra da música Sertão grã-fino, Luiz Gonzaga e Marcos Valentim, o baião migrou para os salões e ganhou status de valsa. Graças à força de Chiquinha Gonzaga (Ô abre alas) e do próprio Luiz Gonzaga (Asa Branca). Saiba Mais »Se os Animais Falassem
Se os animais se fizessem entender pelo ser humano, certamente diriam que o mundo é para todos, e que é possível coabitar os mesmos espaços sem poluir a Terra, o Ar e as Águas. Se conversassem com o homem, pediriam para educar as crianças, porque serão elas as guardiãs da Natureza, porque serão elas as responsáveis pela preservação da Vida no Planeta. Saiba Mais »Salvem a Fauna! Salvem a Flora! Salvem as Águas do Brasil!
Salvem a Fauna! Salvem a Flora! Salvem as Águas do Brasil! é um dos folhetos a que chamo de O NOVO CORDEL. É um texto que fala de problemas atuais, sem engajamento político ou pieguice, embora faça apelos políticos e ecológicos. Estes apelos sempre existiram, mas somente a partir do final do século passado começaram a ter vez e voz. Saiba Mais »Saci Pererê
É uma das mais populares do Brasil. O menino brincalhão capaz de fazer qualquer tipo de travessura representa o espírito de criança que todos temos, e a alegria infantil de um tempo que parece infinito em nossa mente quando voltamos a nos encontrar com a eterna criança que não sossega em suas brincadeiras, mesmo que este encontro seja através da literatura. Saiba Mais »Provérbios de Salomão
Nestes Provérbios de Salomão vertidos para a linguagem do cordel, o poeta Moreira de Acopiara apenas se fez instrumento, para através da poesia popular reforçar a voz de um dos maiores sábios de todos os tempos. Saiba Mais »Os dois soldados
Teria o poeta também sonhado? Ou estaria velando o sono do homem e do menino que se sonharam soldados? Também pode ter penetrado no terreno onírico e encontrado a chave que abre a porta da poesia. O narrador certamente é o terceiro soldado da história. Saiba Mais »O Vingador da Honra, ou o Filho Justiceiro
O Vingador da honra, ou o filho justiceiro texto de Manoel Monteiro traz a baila as questões ligadas a latifúndio, que sempre geram cobiças e sempre o maior sufoca o menor, como diz o ditado: a corda sempre arrebenta no lado mais fraco. Ambição e injustiça são velhos temas, mas que o poeta, com toque de mestre surpreende o leitor. Saiba Mais »O Negrinho do Pastoreio
As lendas às vezes educam, apontam caminhos e denunciam maus-tratos. O Negrinho do Pastoreio faz tudo isso e ainda contém forte apelo místico. Gonçalo Ferreira foi fiel ao folclore do Sul do Brasil, narrando em sextilhas de cordel a história de um menino vítima de crime de tortura. Saiba Mais »O Jumento que Jesus montou – Seguido de Uma visita inesperada
O poeta Marcos Mairton nos brinda, em único volume, com dois cordéis. O primeiro remete ao episódio bíblico, narra a história do jumento com que Jesus entrou em Jerusalém. O animal é colocado em evidência e novos fatos são apresentados. Surgem elementos que tornam a história incomum. Outro ingrediente tempera a parábola O jumento que Jesus montou: a inveja. Saiba Mais »O Crime da Sombra Misteriosa
Este interessante texto de Manoel Monteiro, nos remete ao tempo em que ficávamos horas ouvindo causos, mortos de medo que o “monstro” viesse também nos caçar. O poeta narra em cordel com a maestria dos autores de mistério, deixando o leitor torcendo para que nada de ruim aconteça aos protagonistas. Tão convincente, que parece que a sombra assassina vai saltar das páginas para nos atacar. A tensão só se desfaz quando o mocinho.. Saiba Mais »O Burro Sabido
A rotina, o marasmo, os obstáculos que a vida nos reserva e como podemos mudar nosso destino é o fio condutor de O burro sabido e a união dos bichos.
Saiba Mais »O Beato Zé Loureço e o Boi Mansinho
A personalidade de Normando pode ser descrita como uma mistura homogênea de sua vida, suas ideias, seus pensamentos, seus atos e sua obra. Saiba Mais »Juvenal e o Dragão
Manoel Monteiro, em 15 estrofes, apresenta um dos principais poetas da literatura de cordel: Leandro Gomes de Barros, autor de centenas de romances, dentre eles Juvenal e o Dragão, publicado neste volume. Saiba Mais »Homem, Lobo do Homem
A literatura de cordel não se prende a temas desgastados, aqueles que falam somente de princesas e dragões. Vai muito além das sátiras políticas e das questões que envolvem pelejas entre deuses e demônios. Antônio Queiroz de França não joga no time dos que escolhem o caminho mais curto para atingir um objetivo, embora não despreze os que optam por atalhos. Dono de uma vasta cultura, autor deste e de outros romances desta coleção, França entra em um terreno pouco pisado pelo cordel: a filosofia. Saiba Mais »Frei Tito
Os anos 60 foram, com certeza, os mais terríveis (para quem militava nas artes e na política) da história recente do País. Nada do que nos orgulhar. A revolução arbitrária do governo militar, numa verdadeira “caça às bruxas”, sob o Saiba Mais »Declaração Universal dos Direitos Humanos
A Ensinamento Editora, o poeta cordelista Moreira de Acopiara e o ilustrador João Rafael trazem ao público a versão em cordel desse documento tão importante, em edição bilíngue – português e espanhol – comunicada por meio de cordel. A Declaração é levada aos cidadãos do Brasil e dos países latino-americanos de uma forma inovadora e bem-humorada, chamando a atenção de todos para a observância desses preceitos e a sua difusão por todos os meios e alternativas de comunicação capazes de proporcionar a sua assimilação e cumprimento. Saiba Mais »Canudos
CANUDOS, A Saga do Povo Nordestino, sob a ótica do poeta cordelista Babi Guedes, expõe em linguagem acessível os conflitos de um povo maltratado pelas intempéries. A região, historicamente caracterizada por latifúndios improdutivos, secas cíclicas e desemprego crônico, passava por grave crise econômica e social. Milhares de sertanejos e ex-escravos partiram para Canudos, cidadela liderada pelo peregrino Antônio Conselheiro, unidos pela crença de uma salvação milagrosa que pouparia os humildes habitantes do sertão dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social. Saiba Mais »A Lenda da Vitória-Régia
A Lenda da vitória-régia é uma das mais belas que conhecemos. Ela encanta não apenas as crianças, mas desperta no adulto o interesse pelos mistérios que nossos índios tentavam desvendar. Saiba Mais »
